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Se perguntar ao tempo o que ele é...
Te dirás sem dó nem piedade:
Sou o dono na verdade, o terror das horas mal vividas,
o exterminador das vaidades, das vontades reprimidas.
Sou o ditador de tuas vontades, teus desejos,
recomeços e de teu lado covarde.
Se brincas comigo, robo-te o fôlego
e os minutos.
Faço as horas robarem-te o pouco ar que ainda respiras.
Acorda de teu sono, antes que eu que nada sou piedoso,
carregue os sonhos para uma fuga tão longe que jamais
poderá resgatá-los e quando de novo me perguntar quem sou,
te direi novamente:
Sou aquele cuja seiva suga, deixando o resto da culpa
provar de momentos não vividos, palavras não ditas
e da dor de uma saudade.

Um comentário:

  1. Olá! Agradeço a visita no meu blog! :)
    Muito legal o texto!
    Sucesso aqui pro seu blog,

    Até mais ;*

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