Cabe a mim, ser diminuto, arrogante e egocêntrico, mudar esse mundo em que vivo? Cabe a mim a mudança? Cabe a mim deixar de ser como sou?
Como num buraco submerso de desespero estou mergulhada, com sono, fome, frio de vida e vou empurrando com a barriga o que dava pra empurrar com o peito. Que vergonha, que vergonha de mim e de quem sou, do que era e do que me tornei. Que vergonha de todos nós.
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