Não cuidei do que eu tinha na mão, deixei escapar pelo emaranhado de vulgaridade suja que criei entre os meus dedos. Me desculpa, meu amor, me desculpa, meu querido. Um dia - quem sabe? - eu mudo; pena que mudando ou não, não vai ter mais você por aqui. Eu sei que no teu peito tem um buraco queimando; e o meu aqui, queimando em dobro, responsável pelo teu. É tudo bem sem querer, mas tudo bem nada mais vai ficar.
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