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still dont know my name

nesse amontoado de certezas que a gente tem
não ter certeza da gente se torna (...)
e fugimos 
pra longe, pra qualquer lugar 
porque descobrir (...)
o ser humano dói
e dá trabalho

te sinto perto
e longe 
e não sei meu nome 
nem o teu

qualquer coisa ocupa o espaço
onde as ideias gostariam de estar
lamento o rolar de dedos 
a caírem por si, sem querer 
e a dizerem coisas
que as músicas
não ousam

sei que assusta,
mas é que já
não tenho medo

meu medo é
entorpecer de sonhos
realidades inexistentes 

de todas as possibilidades
o que eu tenho
é 
nada 


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