uma tragada, uma bebida
na escuridão onde sorrisos não andam e falam
um beco que esconde açoites
uma casa abandonada
um caco de vidro, um pé descalço
um passeio à meia-noite
uma faca de cozinha
luzes apagadas, pernas nuas
caminhando sem esforço
uma lata de refrigerante
um sinal vermelho
uma depressão
uma pílula
um grito
cigarro
toma meu sono
e reaparece
trago
também deixa estragos
E esse eu trago
até o dia de morrer
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