É lento e dói. Dilacera esse meu peito jovem já meio velho. A correnteza aqui dentro é forte; luto, luto. Cansei dessas mesmas dores que trespassam minha pele, quero abandoná-las pra sempre, mas elas não cessam. Quem pode salvar minha pele dessa tristeza mórbida, dessa sensação doentia de fracasso, além de mim mesma? Como eu, que de mim sou inimiga, venço? Como eu, que a mim odeio, triunfo? A morte nunca pareceu tão bela para sanar as dores, as dívidas, as dúvidas.
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