me faltaram teus braços para que neles minhas lágrimas pudessem cair e emudecer a solidão
faltou o suave aroma da compreensão de mãe, das conversas despretensiosas durante os comentários televisivos de domingo que ecoam longe na sala de estar em algum lugar do passado do qual mal tenho acesso através desta minha memória falha. Mas lembro bem: do carinho, do descanso das armas, da calmaria do lar.
Existem ausências insubstituíveis
Senti a dolorosa falta da amizade capaz de compreender (ou pelo menos chegar perto) meus excessos, vícios, dores e todas estas faltas. Ouvidos não me faltam; o que faltam são os capazes de decodificar o que ouvem
será que a compreensão que espero não existe? será que sou eu que não me ouço? serão expectativas desproporcionais?
será que a compreensão que espero não existe? será que sou eu que não me ouço? serão expectativas desproporcionais?
o que vai suprir a ausência e demolir os excessos?
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