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Naquele momento eu percebi que tudo me causava ojeriza: até eu mesma. Me vi presa naquele círculo aparentemente infinito ao qual nós, pessoas cuja finança é quase ausente, estamos acorrentados. Meus pés doem. Não é de correr pela praia, é de trabalhar. Minha cabeça também, dói, e como dói.
Eu odiava o meu trabalho. Odiava trabalhar. Cada segundo dentro daquele ambiente que suga minhas energias ao máximo em troca de um salário medíocre era insuportável, era patético e o pior de toda essa história é que eu estava consciente disso. (...)

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